Cutelaria Corneta inaugura Escola de Cutelaria Artesanal


Ricardo Vilar, Ricardo Berg e Jerry Fisk.

A Cutelaria Corneta está decidida a resgatar no Brasil a Arte da Cutelaria. De origem alemã, a empresa adotou processos de fabricação baseados nas tecnologias aplicadas na Alemanha. E após lançar a linha Wotan, produzindo facas de alta qualidade, aprovadas em rigorosos testes submetidos pelo BOPE- Batalhão Operacional de Policiais Especiais, conclui mais um projeto, integrado a esta iniciativa, lançando a Espaço-Escola de Cutelaria Corneta, com o objetivo de incentivar novos talentos, assim como o aperfeiçoamento entre cuteleiros que já possuem algum conhecimento na área.

Os cursos serão ministrados durante todo o ano pelo Cuteleiro Ricardo Vilar e também por cuteleiros renomados especialistas em diversas áreas: “Unimos os equipamentos de nossa oficina com os recursos industriais disponíveis pela Cutelaria Corneta, criando um curso mais abrangente, com materiais apropriados para a prática aprofundada da cutelaria manual e artesanal”, explica Constance Bennecke, neta do fundador da Corneta no Brasil.

A Corneta buscou uma parceria com um cuteleiro de altíssima qualidade, e ninguém melhor do quê o Ricardo Vilar para trabalhar junto a Corneta na disseminação e divulgação da arte da Cutelaria no Brasil.

Ricardo Vilar é autodidata, iniciou sua carreira em 1993, participando de todas as exposições nacionais daquela época, assinava suas peças com a marca PERCOR. Em 1996 foi matéria da revista MAGNUM.

Manteve suas atividades fazendo facas por desbaste até 2000, onde começou a forjar suas facas.
Co-organizador do Seminário de cutelaria com o Norte-Americano Jerry Fisk,  realizado em sua própria oficina no ano 2001.

Passando a assinar suas facas como R.VILAR.

Desde então suas facas são feitas a partir de barras forjadas e sempre em aços carbono, podendo estes serem simples ou combinados, formando assim o aço damasco.

Desde 2003 expõe em duas feiras nos EUA, o Blade Show em Atlanta todo mês de  Junho e a exposição do Arkansas  todo mês de Fevereiro. No Brasil participa dos eventos mais importantes do circuito nacional.

Em 2005 submeteu-se a uma prova da importante associação norte-americana Americam Bladesmith Society, onde foi aprovado com êxito tornando-se o primeiro Journeymansmith da América do Sul. Colocando-se assim ao seleto grupo de aproximadamente 380 cuteleiros no mundo todo, o que lhe dá permissão para timbrar as iniciais “JS” abaixo de sua assinatura em suas criações.

Também em 2005, foi  convidado pela universidade do Texas como instrutor do Brazilian Style , no Hammer-in de outono.

Participante da primeira Exposição de espadas contemporâneas, realizada no museu de Macau- China 2006.

Presidente da Sociedade Brasileira dos Cuteleiros de 2003 à 2008.

Co-fundador da escola de cutelaria em parceria com a Universidade de Brasília, onde é um dos professores do  concorrido curso.

Prêmios

Melhor Faca do São Paulo Knife Show do ano de 2006

Melhor Bowie  do show do Arkansas de 2007

Melhor faca de caça do Salão de Cutelaria de Nova Petrópolis –RS de 2008

Melhor Faca Bowie do Salão de cutelaria de Nova Petrópolis-RS   de 2009

Publicações onde é citado:

1996 Edição 50 revista Magnum. Brasil

2002 Edição 73 da revista La Passion dês Couteaux . França

2003 Edição de abril da revista Blade Magazine.EUA

2003 Edição de abril da revista Knives Illustrated.EUA

2003 Edição 03 da revista Lame  d’autore . Itália

2004 Edição 77 da revista La Passion dês Couteaux . França

2005 Edição de maio da revista Blade Magazine. EUA

2006 Edição fevereiro da revista knives Illustrated. EUA

2006 Edição Numero 96 da Revista Magnum . Brasil

2006 Livro Mestres do fogo Editado pelo Museu de Macau- China. Em Comemoração de sua exposição de Espadas contemporâneas.2006 Livro  Custon Knifemaking – Israel/Itália

2007 Edição Numero 4 da Revista Tiro Certo. Brasil.

2007 Edição Numero 01 da Revista Knife Show. Brasil

2008 participação no livro Oficio do Fogo-editora dialeto

2009 Consagrado Mestre na Corporação Italiana da Cutelaria.